Diversidade, em todos os sentidos

Arquivo para dezembro, 2009

– Pulp Fiction.

Mia: Don’t you hate that?

Vincent: What?

Mia: Uncomfortable silences. Why do we feel it’s necessary to yak about bullshit in order to be comfortable?

Vincent: I don’t know. That’s a good question.

Mia: That’s when you know you’ve found somebody special. When you can just shut the fuck up for a minute and comfortably enjoy the silence.

– Pulp Fiction.

Mia: Don’t you hate that?

Vincent: What?

Mia: Uncomfortable silences. Why do we feel it’s necessary to yak about bullshit in order to be comfortable?

Vincent: I don’t know. That’s a good question.

Mia: That’s when you know you’ve found somebody special. When you can just shut the fuck up for a minute and comfortably enjoy the silence.

– Todo poeta morto escreve um epitáfio em vida.

Este é o último dia da minha vida.

Estes são os últimos versos rápidos de caligrafia tremida pelo balançar do carro que tensiono a escrever.
Este e os outros versos breves e sem par que escrevi,
Assim como a vida breve e sem par que vivi,
São minha herança impar e parca,
Que deixo sem remorso para este mundo cão sarnento,
Que me coça para fora dele.
Este é meu último grito mudo e abafado pela mão de deus
Tentando avisar sei lá quem que se interesse
De que

Este é o ultimo dia da minha vida.

Um dia, estes versos farão sentido.

– Todo poeta morto escreve um epitáfio em vida.

Este é o último dia da minha vida.

Estes são os últimos versos rápidos de caligrafia tremida pelo balançar do carro que tensiono a escrever.
Este e os outros versos breves e sem par que escrevi,
Assim como a vida breve e sem par que vivi,
São minha herança impar e parca,
Que deixo sem remorso para este mundo cão sarnento,
Que me coça para fora dele.
Este é meu último grito mudo e abafado pela mão de deus
Tentando avisar sei lá quem que se interesse
De que

Este é o ultimo dia da minha vida.

Um dia, estes versos farão sentido.

– Outonal.

Enquanto o mundo todo vai aí

Respirando começo de noite de sábado de carnaval,
Eu vou levando, sem pressa,
meu olhar carregado de neblina
das manhãs de um domingo de outono.

– Invernecendo.

Pouco importa o tempo

A qualquer momento

Eu inverneço em cada esquina
de Natal a Porto Velho.
Se sair sol forte,
eu enublo o olhar,
deselenço a mão da tua,
e sigo eu e a sorte.

– Outonal.

Enquanto o mundo todo vai aí

Respirando começo de noite de sábado de carnaval,
Eu vou levando, sem pressa,
meu olhar carregado de neblina
das manhãs de um domingo de outono.